terça-feira, 24 de outubro de 2017

Minha estante da espera

Oi, povo que lê!!!

E aí, o que vocês tem lido de bom? Eu li bastante coisa, mas ainda tenho muito o que ler... é muito livro pra pouca vida! Vocês estão na mesma situação que a minha? Devido essa situação, pensei em fazer uma postagem bem interativa: a proposta é mostrarmos o que estamos lendo e o que ainda nos falta a ler, o que acham? 
Sabe, ganho muitos livros devido aos projetos literários que tenho, por isso parece que minha pilha de livros pra ler não tem fim, mas pelo incrível que pareça, também faço circular muita coisa, vocês vão ver nessa postagem.
Bom, então vou começar com os que estou lendo:
Esses são os livros de cabeceira, ou seja, os que estou lendo neste momento.
Esse branco, grandão, ganhei de minha tia, chama-se Almanaque culinário, quer dizer, o livro chama-se Almanaque Culinário, não minha tia! É um livro enorme pra ler aos poucos, ir estudando, tô gostando muito.
No começo do ano ganhei a saga "De repente" do meu marido e só comecei a ler agora, estou iniciando o terceiro livro de quatro. Saga bem picante. Conta a história amorosa de quatro irmãs que se reencontram para o casamento da caçula.
Aquele fino, rosinha, é o próximo a ser lido, um orgulho pra mim! Ganhei de uma ex aluna que acabou de publicar esse livro que é o seu primeiro! Tem dedicatória e tudo, depois vou fazer uma resenha dele.
Agora vamos a minha "pequena" estante:

 Gente, sério, não tem fim. Cada prateleira tem livros atrás e na frente, e são quatro prateleiras. Tentei me organizar da seguinte forma: quanto mais baixa a prateleira, mais relação tem com o meu interesse de leitura, mas na verdade, tenho interesse de ler todos... Espero viver bastante, e que meus olhos e mente continuem fortes para realizar a façanha. Mas por mais que eu tente me organizar, digo que não tem fim porque a cada encontro literário ganho, troco livros ou recebo empréstimos de recomendações. Esses que estão na horizontal, por exemplo, o de cima,
"O nome do vento", uma ex aluna pegou nas casinhas de livros dos pontos de ônibus e disse que é o melhor livro que ela já havia lido, que eu precisava muito ler... portanto, logo ele irá para os livros de cabeceira. O outro "Reeducação familiar" substituirá o Almanaque de cozinha, quando eu terminá-lo e o outro "Com palmos medida", eu levarei para o serviço assim que terminar o que eu estou lendo lá, que inclusive nem coloquei foto dele, mas se chama "Como a mente aprende". 

Subindo a estante, a segunda prateleira tem de Moby Dick a biografia de Adoniran Barbosa, de Drummond a Agatha Christie, ou seja, tem muita coisa legal esperando por mim. 
Já na terceira prateleira, que é essa aí do lado direito, as coisas ainda continuam interessantes, mas nem tanto. Alguns livros, inclusive, a partir dessa prateleira, troco lindamente, sem nem ao menos ter lido. Na verdade, pra mim, é muito mais fácil trocar um livro que ainda não li do que o que eu já li, porque depois que leio um livro, sei lá, parece que a

 gente cria um laço, me apego mesmo, a não ser que a história ou o conteúdo tenha sido muito chato, ou que o livro esteja em condições deploráveis, daí ponho pra troca ou empréstimo.
A última estante tá lá, no alto, distante, com esperança de um dia descer para as prateleiras mais próximas da leitura real.
Da última vez que arrumei essa estante havia uma média de 300 livros a serem lidos, isso tem uns 6 meses, não sei em que pé está agora, pra ser bem sincera. Que nenhum reality de arrumação e desapego leia essa postagem, pois eu seria colocada na fogueira! Isso porque ainda não mostrei minha estante dos lidos e queridinhos, mas isso fica pra uma próxima ocasião.
E a leitura de vocês? A quantas anda? Como vocês se organizam pra ler? Se gostaram deixem os comentários aí embaixo que faço uma postagem especial da estante de vocês. 
Boas leituras!
Fabi

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Livros para quem quer aprender e cozinhar | Por Leila Jacob




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Oi pessoal, tudo bem?



Para quem gosta de cozinhar, o conhecimento é algo que sempre iremos levar.

Aliás, historias e técnicas são muito bem vindas nesse momento de descontração e prazer.
Quando entrei nesse universo gastronômico, tive muitas dúvidas e curiosidades que foram supridas por alguns momentos de leitura, então, hoje, vou apresentar a vocês alguns livros que me ajudaram a compreender, tirar dúvidas culinárias e bem, me divertir um pouco.


terça-feira, 3 de outubro de 2017

Mulheres francesas não engordam

Olá, povo que lê!!

Venho por meio desta trazer boas novas. Aff!! Quanta lengalenga. Na verdade, a novidade é a de que eu e as meninas (Juliana e Leila), conseguimos nos organizar para que toda terça-feira tenha post novo aqui no blog! Uhuuuuu!!! Viva a organização!!! Finalmente conseguiremos nos ver todas as semanas, portanto fiquem de olho aqui no Língua e Literatura pras novidades de terça-feira.  
Resolvi começar a primeira terça-feira com uma resenha, mas na verdade é uma resenha de um gênero inédito aqui no Língua e Literatura, pois quem me conhece sabe como sou reticente com livros de autoajuda. Só que esse não é um simples livro de autoajuda, mas também de explicação e exposição de uma cultura que eu adoro, que é a francesa.    
Mireille Guiliano é uma francesa que mora em Nova York e recebeu um choque entre as duas culturas ao se mudar para a Big Apple, principalmente em relação a alimentação. Ela sofre com os fastfoods e ao retornar à França, ela conhece um doutor que a auxilia a retornar aos eixos, mas na verdade, o que a põe de volta na linha é a cultura grastronômica de sua família e país. 
É uma delícia ver a autora mostrar seus truques diários! Juro que realmente me senti estimulada a mudar minha rotina, já que a leitura leve e divertida te faz viver a vida da protagonista. Bom, sou meio suspeita pra falar, pois adoro livros de gastronomia, principalmente os que vem com algum enredo junto (acho que por isso que gostei desse autoajuda). Até fiz a sopa de alho poró que ela ensina a fazer logo no início para dar o primeiro estímulo! Tudo bem que comi com um monte de pão, coisa que a autora não faz com essa sopa desintoxicante, mas tudo bem, já que a sopa realmente é uma delícia! Sem contar os vinhos, sobremesas, e a busca pelo simples (eu ando meio nessa pegada, sabe?), o ensinamento de que você pode e deve cozinhar, comprar os ingredientes, se possível a pé e subindo escadas, para se alimentar... Tem um pouco daquela coisa de volta ao simples, às origens, fuga do capital. Te faz ver nossos hábitos diários por outra perspectiva.
Vamos fazer o seguinte, vou deixar aqui o Comecinho de Mulheres franceses não engordam , daí vocês dão uma olhada e me falam o que acham, se é tudo isso mesmo, ou se eu que me empolguei em colocar esse livro como um dos melhores lidos esse ano. Espero os comentários.

Mulheres francesas não engordam
Mireille Guiliano
Paralela
232 ps.

Boas leituras e até terça!

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Queimada - poesia

Olá, povo que lê!

Engraçado como as tristezas da vida mexem com o nosso âmago e nos inspiram.
Hoje não vim falar sobre livros, mas quero por pra fora umas dores que estão cá dentro, desculpem-me o desabafo.

Queimada

Estala
Chia
Ninguém fala
Nada pia.

Queima
Cinza 
Teima,
mas finda.

Água, imploro-te!
Chuva, inunde-nos.
Principalmente todos esses corações, torrões de desgraça seca e desmatada de amor de homens duros.

Boas leituras!
Fabiana

domingo, 6 de agosto de 2017

"E a vida de leitora, e o blog, atualizou sua estante?" Por Leila Jacob







Oi pessoal, tudo bem?


Confesso que eu estava disposta a resenhar um livro que li recentemente, mas, a vida me obriga a falar sobre outro assunto.Depois de meses sem postar devo crer que ninguém se lembre da minha postagem de apresentação e de lidos de 2016 (Rsrs, eu sei gente, sorry!).

Ultimamente tenho vivido uma experiencia sem igual, a de entender o que é ser paulistano que mora longe da faculdade e do trabalho, que passa 5 horas diárias em transporte público, que embarca na direção contraria da linha vermelha pra ver se consegue um cantinho no metrô as seis da manhã, que sai da faculdade e vai estagiar e chega de madrugada em casa. Amados vou parar, por que aqui não é muro das lamentações (rsrs).




A falta de tempo e outras coisinhas me fizeram refletir sobre minha vida literária, pois até então, quando eu era uma colegial, tempo era o que eu tinha de sobra para ler e manter metas e atingi-las e dobrá-las e eu me sentia o máximo por ser uma leitora tão voraz. Postava semanalmente resenhas e até alguns vídeos e tags. Isso mudou depois que comecei o superior, pois tinha que me concentrar nas aulas e materiais da faculdade. Eu não achei ruim, pois estava adquirindo conhecimento em uma área que até então era um novo mundo para mim. Mudou também pois, eu vi que para ser uma boa leitora eu não precisava mostrar ao mundo a minha rotina de leitura.

Porém alguns amigos leitores, até mesmo conhecidos, me questionaram por não postar tanto sobre leituras e não manter minha estante no Skoob atualizada, e eu não fiquei tão surpresa pois na época eu tinha deixado de ser beta¹ de diversos autores do Wattpad², assim todos eles sentiam minha falta nesse universo literário. No fundo eu sabia que algumas pessoas desaprovaram meu desinteresse pelo universo web literário, mas se eu não postasse minhas leituras ninguém saberia que eu amava ler.

O que te faz um leitor?

Depois dessa onda de blogs literários, diversos leitores apareceram para aumentar esse universo web. Eu super apoio pois esses blogs já incentivaram muito a leitura. Entretanto, se eu não ler, assistir, escrever e seguir esses conteúdos, me faz menos leitor? 

Leila, quer dizer que você não gosta de conteúdo WEB literário?

Claro que eu gosto,porém hoje não me sinto na obrigação de estar vivendo inteiramente nele, como eu queria fazer antigamente.
Eu adoro canais de livros e blogs que têm dicas e curiosidades sobre vida literária.

Enfim, o que essa doida de pedra quis dizer com tudo isso?

Por fim eu entendi que eu até forçava a barra comigo mesma, me forçando a ler, estar atualizada com o mundo literário, fazer parcerias e no fim nem era tão divertido como hoje que eu leio sem pressão.

Portanto meu filho, Leia!
Leia King, Rowling, Kinsella, Meyer, rótulos das marcas, notas de rodapé, faixa de declaração de amor pendurada na casa da maria, ai...enfim, leia.
Sem pressão, por diversão (como diz a nossa querida Fabi) e para levar a sua mente a outra dimensão, afinal é isso que os livros proporcionam.


Dá um salve, Leila!

¹Beta= Aquele que recebe a versão crua do livro para dar sugestões ao autor, e apontar os erros.

²Wattpad= Rede social para autores desconhecidos publicarem seus originais na plataforma permitindo assim que outros usuários leiam, comentem e votem na historia.

Me contem experiências com a leitura x internet.
Aguardo comentários, Beijos!