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quinta-feira, 13 de setembro de 2018
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
W. B Yeats em "O presente do meu grande amor"
Oi, povo bonito que gosta de ler!!!
Essa postagem vai em especial pra você que, assim como eu, ao ler um livro, muitas vezes destaca coisas secundárias que leitores comuns nem perderiam tempo em observar e, pior, fica achando que, por estar em segundo plano no enredo, deve ter alguma mensagem subliminar... coisa meio psicótica, né? :D
Quem me acompanha no Instagran ou no Skoob sabe que minha leitura atual é "O presente do meu grande amor: doze histórias de Natal"; um livro que comprei há poucos dias numa mega promoção numa loja física das Americanas por puro impulso capital. Mas esses segredos compulsórios devem ser mantidos sigilosos, portanto mudemos de assunto.
Esse livro de capa fofa, na verdade, agora que percebi que a capa ilustra doze casais numa pista de gelo, ou seja, os doze pares românticos protagonistas, é composto por doze contos de autores diversos, todos desenrolados em torno das festividades de fim de ano, com jovens que se encontram das formas mais inusitadas possíveis. A organização é de Stephanie Perkins, mas, na verdade, lembra que o começo de meu texto fala sobre detalhes inusitados? Pois então, não vou resenhar o livro, mas sim falar de uma observação que fiz no conto "Que diabo você fez, Sophie Roth?" de Gayle Forman. Nesse conto, em um momento, os dois protagonistas falam de uma aula horrorosa que tiveram na faculdade com a matéria de "poesia". Pronto! Me indignei! Acho que por pior que seja o professor, nunca uma aula de poesia pode ser ruim. O Poema em questão na aula era um tal de Yeats, e a poesia chamava-se "Quando fores velha".
Calma lá! Como assim eu não conheço esse tal de Yeats que inspira aulas ruins de poesia e fala da velhice das mulheres?! Deve ser o pior dos piores dos poetas do mundo! Fui buscá-lo na internet e achei-o nesse link: www.culturapara.art.br .
Quebrei a cara!
Pra começar, o cara foi bonitão, sejamos sinceros! E daí comecei a ler os paranauês do rapaz... Wow!!!! A metáfora em pessoa! Sensual, muitos de seus poemas fala sobre a futilidade do tempo humano... Tem uma poesia que se chamam "Leda e o Cisne"... o que que é aquilo? Deveria ter uma tarja de restrição de idade para leitura!!! E por fim cheguei ao poema citado no conto:
Quando fores velha
Quando fores velha, grisalha, vencida pelo sono,
Dormitando junto à lareira, toma este livro,
Lê-o devagar, e sonha com o doce olhar
Que outrora tiveram teus olhos, e com as suas sombras profundas;
Muitos amaram os momentos de teu alegre encanto,
Muitos amaram essa beleza com falso ou sincero amor,
Mas apenas um homem amou tua alma peregrina,
E amou as mágoas do teu rosto que mudava;
Inclinada sobre o ferro incandescente,
Murmura, com alguma tristeza, como o Amor te abandonou
E em largos passos galgou as montanhas
Escondendo o rosto numa imensidão de estrelas.
Pronto! Soco na cara!!! E lá se foi por água abaixo minha teoria de que nunca uma aula de poesia poderia ser ruim, por pior que fosse o professor. Não, me desculpem, eu estava errada! Um professor pode ser ruim e estragar uma aula de poesia, pois o poeta aqui, não teve culpa nenhuma, já que ele é arrebatador! Portanto, professores, mesmo que ficcionais, se não for por amor a poesia, que seja ao menos em amor ao título do livro de contos: NÃO MATEM A POESIA!!!!
E querem saber o que mais? A citação desse poema e dessa poesia no conto não tinha nenhuma mensagem subliminar, a não ser a de me fazer pesquisá-lo e colocá-lo como um poeta o qual preciso conhecer mais a fundo!
Boas Leituras!
domingo, 29 de novembro de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Poesia Sintática

LIVRE
MUITO LIVRE
LIBÉRRIMO!
Ah...! ...SSIN...!deticamente
C E
O N
O A
R D
D O
(28/06/2015)
Boas Leituras!
domingo, 21 de junho de 2015
Vid´água (poesia)
Vid´água
O que há acima de tudo?
Filosofia, ciência, religião.
Olho ao alto: fico mudo,
Sem ação.
Apenas sei, que haja o que houver
PINGA
e
CAI
E desabrocha o viver
Que fica
e
Que sai.
VID´ÁGUA
Que nós
Em corda enroscada
Fazemos pó
E transformamos em nada.
(21 de junho de 2015)
Boas Leituras!
O que há acima de tudo?
Filosofia, ciência, religião.
Olho ao alto: fico mudo,
Sem ação.
Apenas sei, que haja o que houver
PINGA
e
CAI
E desabrocha o viver
Que fica
e
Que sai.
VID´ÁGUA
Que nós
Em corda enroscada
Fazemos pó
E transformamos em nada.
(21 de junho de 2015)
Boas Leituras!
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Dia dos namorados: Camões e Legião Urbana
Hoje, dia 12 de junho de 2015, falemos de amor, leitura e releitura sobre o tema através dos olhos de Camões e Legião Urbana:
Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?
domingo, 31 de maio de 2015
Kizomba
Em minha adolescência ia muito numa danceteria chamada Reggae Night, onde tinha suas noites abertas por Zouk, e aquele ritmo, aquela dança de corpos grudados, me levavam pra outros universos. Mas no zouk, o que mais me chamava a atenção era o zouk love, que tinha uma "pegada" mais romântica, num ritmo mais devagar e sensual.
Pra quem não sabe, o Zouk é um ritmo criado no Caribe, com grande influência de ritmos africanos, cantado, basicamente em frânces, já que surgiu nas colonias francesas.
Descobri há um ano a Kizomba, que apesar de ter surgido nos anos 80, assim como o zouk, só me caiu no colo esses dias. Diferente do zouk, surgiu em Angola, muito semelhante ao zouk love, só que suas letras são em português, acho que por isso que me apaixonei por esse ritmo, e tanto no rádio do carro quanto no computador, só tem tocado kizomba.
Resolvi postar uma de minhas canções favoritas de kizomba "Jajão" de Master Jack.
Apesar de ser em português, já que em Angola, por ter sido colonizada também por Portugal, se fala português, gostaria de destacar algumas diferenças tanto de sotaque, quanto de vocabulário, quanto de sintaxe.
O próprio título já é um termo desconhecido no Brasil pois tem origem totalmente angolana da palavra "calão", "mentira".
Outra coisa de se perceber é a estrutura do verso "E o que faço eu" onde sintaticamente desestruturado diante da norma, mostra o não saber fazer do eu-lírico em destaque do próprio eu.
O sotaque é um espetáculo a parte. Só escutando para entender, portanto, ouça e saia dançando e cantando...
Jajão
Era só Jajão
Quando tu dizias que eu sou teu único amor baby
Era só Jajão
Quando tu dizias que serias sempre a minha baby
Era só Jajão
Tu dizias que me morres que me adoras baby
Era só Jajão
Quando tu dizias para pedir a tua mão
E o que faço eu se não tenho o teu carinho
E o que faço eu se não tenho o teu beijinho
E o que faço eu se não tenho a onde eu te encontrar
E o que faço eu se não tenho a onde reclamar
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
Juro eu não mereço baby
Não, eu não.
Eu juro, eu não entendo baby
Parece coisa do outro mundo sweet
E se for vodu, quebra esse feitiço
Eu quero a minha bo
(porque eu amo)
Amo demais essa mulher
(amo)
Me diz que posso fazer
E o que faço eu se não tenho o teu carinho
E o que faço eu se não tenho o teu beijinho
E o que faço eu se não tenho a onde eu te encontrar
E o que faço eu, diz-me onde reclamar
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
Juro eu não mereço!
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
https://www.youtube.com/watch?v=vMgp904a3nc
Pra quem não sabe, o Zouk é um ritmo criado no Caribe, com grande influência de ritmos africanos, cantado, basicamente em frânces, já que surgiu nas colonias francesas.
Descobri há um ano a Kizomba, que apesar de ter surgido nos anos 80, assim como o zouk, só me caiu no colo esses dias. Diferente do zouk, surgiu em Angola, muito semelhante ao zouk love, só que suas letras são em português, acho que por isso que me apaixonei por esse ritmo, e tanto no rádio do carro quanto no computador, só tem tocado kizomba.
Resolvi postar uma de minhas canções favoritas de kizomba "Jajão" de Master Jack.
Apesar de ser em português, já que em Angola, por ter sido colonizada também por Portugal, se fala português, gostaria de destacar algumas diferenças tanto de sotaque, quanto de vocabulário, quanto de sintaxe.
O próprio título já é um termo desconhecido no Brasil pois tem origem totalmente angolana da palavra "calão", "mentira".
Outra coisa de se perceber é a estrutura do verso "E o que faço eu" onde sintaticamente desestruturado diante da norma, mostra o não saber fazer do eu-lírico em destaque do próprio eu.
O sotaque é um espetáculo a parte. Só escutando para entender, portanto, ouça e saia dançando e cantando...
Jajão
Era só Jajão
Quando tu dizias que eu sou teu único amor baby
Era só Jajão
Quando tu dizias que serias sempre a minha baby
Era só Jajão
Tu dizias que me morres que me adoras baby
Era só Jajão
Quando tu dizias para pedir a tua mão
E o que faço eu se não tenho o teu carinho
E o que faço eu se não tenho o teu beijinho
E o que faço eu se não tenho a onde eu te encontrar
E o que faço eu se não tenho a onde reclamar
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
Juro eu não mereço baby
Não, eu não.
Eu juro, eu não entendo baby
Parece coisa do outro mundo sweet
E se for vodu, quebra esse feitiço
Eu quero a minha bo
(porque eu amo)
Amo demais essa mulher
(amo)
Me diz que posso fazer
E o que faço eu se não tenho o teu carinho
E o que faço eu se não tenho o teu beijinho
E o que faço eu se não tenho a onde eu te encontrar
E o que faço eu, diz-me onde reclamar
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
Juro eu não mereço!
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
Me diz porquê pelo amor de deus
Sabes que eu amava-te de coração
Eu não mereço, eu não mereço!
Foi muito pior que bala de canhão
De princesa para rainha do Jajão
Eu não mereço, eu não mereço!
https://www.youtube.com/watch?v=vMgp904a3nc
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Produções poéticas do 7o. ano e 8a. série
Após a aula de interpretação musical no 7o. ano e na 8a. série com a música "A canção tocou na hora errada", da Ana Carolina, a proposta foi produzir um poema de amor.
Tenho que dizer que quando o tema é amor, a inspiração se faz presente na galerinha, e foi difícil escolher os 3 melhores, portanto, parabéns a todos os alunos, inclusive aos que fizeram e não tiveram seus poemas publicados, mas então, aí vão os escolhidos:
Tenho medo de te amar
Pode ser filosofia
Pode ser pedagogia
Pode ser uma mania,
Mas não é nada disso,
É um desejo que vicia
Quando o sol se pôr
Mostrarei que sem você
A noite fica escura
Quando você se for
Ficarei chorando com amargura.
Gostaria de ter tempo,
Para te dizer e te explicar
Tudo aquilo que você não sabe
E tenho medo de te falar.
(Cecilya 7o. ano)
Contemplando
Fiquei te esperando
Você veio ao meu encontro
Me abraçou fortemente
Me deu um sorriso contente.
Mas fiquei triste
Quando acordei do meu sonho
Contemplando
Porque na realidade
Isto não é verdade
Eu chorei de saudade
Minha vida em você
É igual a um menestreu sem poesia
Porque você não contempla
A minha vinda
Estou feliz por vir
Mas triste por ver você partir
E levar junto consigo
Tudo de bom que aconteceu comigo.
(Julia Ribeiro 7o. ano)
A reação é você
Pra uma pintura, um esboço.
Pra um esboço, uma motivação.
Pra uma motivação, um desejo.
Pra um desejo, um sentimento.
Pra um sentimento, só uma coisa:
Você!
(Matheus Zanelli 8a. série)
Tenho que dizer que quando o tema é amor, a inspiração se faz presente na galerinha, e foi difícil escolher os 3 melhores, portanto, parabéns a todos os alunos, inclusive aos que fizeram e não tiveram seus poemas publicados, mas então, aí vão os escolhidos:
Tenho medo de te amar
Pode ser filosofia
Pode ser pedagogia
Pode ser uma mania,
Mas não é nada disso,
É um desejo que vicia
Quando o sol se pôr
Mostrarei que sem você
A noite fica escura
Quando você se for
Ficarei chorando com amargura.
Gostaria de ter tempo,
Para te dizer e te explicar
Tudo aquilo que você não sabe
E tenho medo de te falar.
(Cecilya 7o. ano)
Contemplando
Fiquei te esperando
Você veio ao meu encontro
Me abraçou fortemente
Me deu um sorriso contente.
Mas fiquei triste
Quando acordei do meu sonho
Contemplando
Porque na realidade
Isto não é verdade
Eu chorei de saudade
Minha vida em você
É igual a um menestreu sem poesia
Porque você não contempla
A minha vinda
Estou feliz por vir
Mas triste por ver você partir
E levar junto consigo
Tudo de bom que aconteceu comigo.
(Julia Ribeiro 7o. ano)
A reação é você
Pra uma pintura, um esboço.
Pra um esboço, uma motivação.
Pra uma motivação, um desejo.
Pra um desejo, um sentimento.
Pra um sentimento, só uma coisa:
Você!
(Matheus Zanelli 8a. série)
Poema de Sete Faces (Drummond) declamação de Villaça
Essa poesia é um marco na minha vida, esse professor então, lembro-me como hoje das aulas interpretativas Do Villaça sobre Drummond.
E Drummond, então.... Ah, Drummond, que pena que nosso tempo apenas se encontra no tempo e no espaço da literatura, ah, se nos encontrássemos corporalmente, e não apenas mentalmente... tempo e espaço ingratos, que me trazem o maior prazer em encontrar Drummond e a maior decepção em não encontrá-lo!
Poema de Sete Faces
Carlos Drummond de Andrade
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus,
se sabias que eu era fraco.
se sabias que eu não era Deus,
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
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